A Casa de Hades

Autor: Rick Riordan

Série: Os Heróis do Olimpo (#4)

Gênero: Ficção juvenil, Mitologia grega

Páginas: 496

Sinopse: A tripulação do Argo II enfrenta dias difíceis. Inimigos espreitam no caminho para a Casa de Hades e o moral da equipe está baixo após a perda de dois integrantes importantes em Roma. Para chegar às Portas da Morte e tentar impedir o despertar de Gaia, nossos heróis Hazel, Jason, Piper, Frank e Leo vão precisar fazer alianças perigosas, encarar deuses instáveis e combater os asseclas enviados pela sanguinária Mãe Terra para detê-los.

A situação é ainda pior para Percy e Annabeth. Após caírem no Tártaro, os dois passam fome, sede e sofre com diversos ferimentos enquanto são caçados por vários inimigos que derrotaram ao longo dos anos e que agora surgem das sombras em busca de vingança. A única esperança da dupla de voltar para o plano mortal reside em encontrar as Portas da Morte e fechá-las de uma vez por todas. No entanto, uma legião de monstros fiéis a Gaia defende as Portas, e nem Percy nem Annabeth estão em condições de enfrentá-la.

Comentário desnecessário: Eu tinha dito que A Marca de Atena era o melhor livro da série? Bom, eu disse isso precipitadamente. Esse é o melhor livro dá série.

(CUIDADO COM SPOILERS)

Após aquele final de parar o coração, e o Rick Riordan sabe muito bem disso, como deixou claro na dedicatória do livro (se você ainda não viu, olhe aqui), eu estava muito ansiosa para A Casa de Hades. E esse livro com certeza não me decepcionou.

O livro, assim como os outros, é repleto de suspense e aventura, mas está tudo focado em dois pontos: nos semideuses à bordo do Argo II, enfrentando um monte de monstros e a fúria de Gaia enquanto tentam chegar A Casa de Hades. Além disso, cada um deles meio que se sente culpado pelo o que aconteceu com Annabeth e Percy e ainda tem que ser fortes para enfrentar tudo o que estiver no caminho. O outro foco, obviamente, está em Percy e Annabeth, tentando chegar vivos às Portas da Morte, no Tártaro. E nenhum dos dois focos do livro decepcionam. Ambas as “histórias” vão te prender. A leitura tem um ritmo rápido; as coisas acontecem rápido, mas sem se atropelarem. O final, como Riordan parece gostar muito de fazer, já deixou aberto para o próximo livro e eu, sinceramente, estou muito ansiosa para ler a continuação. Rick Riordan manteve o padrão dos outros livros. Muito bom mesmo.

Nota: 5,0 / 5,0

Agosto/2014

No mês de agosto eu li Harry Potter e o Enigma do Príncipe, da J. K. Rowling (ainda matando minha saudade de Harry Potter). Terminei de ler O Clã dos Magos, de Trudi Canavan. Li Convergente, da Veronica Roth. E terminei o mês começando a ler (eu estou na metade do livro, na verdade) Ordem de Extermínio, de James Dashner.

O que eu achei dos livros desse mês? Sobre Convergente e O Clã dos Magos eu nem preciso falar muita coisa porque já fiz a resenha desses livros. Agora, sobre Ordem de Extermínio: esse livro é o prequel de The Maze Runner, ou seja, conta a história de antes de existir o labirinto, de como o vírus atingiu tanta gente. Eu já amava The Maze Runner e estou amando esse livro.

E vocês, o que leram em agosto?

Convergente

Autora: Veronica Roth

Série: Divergente (#3)

Gênero: Distopia, Ficção científica

Páginas: 526

Sinopse: A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. No poderoso desfecho da trilogia Divergente, de Veronica Roth, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.

Comentário desnecessário (tem spoilers dos outros livros da série): Depois daquele final incrível de Insurgente, em que Tris descobre que existe todo um mundo do lado de fora da cerca e que eles foram mandados para a cidade de Chicago com uma “missão”, todo o mundo de Divergente que nós já conhecíamos vai ser virado de cabeça para baixo.

Do lado de fora da cerca, Tris, Quatro e os outros que os acompanharam vão achar um mundo completamente diferente e respostas para milhares de perguntas que ficaram nas cabeças deles (e dos leitores) desde o final do último livro.

Esse livro tem uma narração dupla, um capítulo é narrado pela Tris e outro pelo Tobias. No começo isso foi um pouco confuso para mim, eu me confundia bastante. Mas nada disso prejudicou a leitura. Na verdade, eu gostei desse jeito. A escrita da Veronica continua tão boa quanto nos outros livros e a leitura flui muito bem.

Mas esse livro tem um problema que não tinha tanto nos outros que eu realmente não gostei: a morte desnecessária de personagens. Não se preocupe, eu não vou dizer quem morre (não sou tão malvada assim). Mas desde Insurgente, a Veronica já vem matando personagens; isso é algo cada vez mais comum em livros, não é mesmo? Mas eu achei que algumas das mortes que aconteceram em Convergente completamente desnecessárias. Agora eu vou me explicar: tem personagens que eu gosto muito e que eu não gostaria que tivessem morrido (como aconteceu em A Culpa É Das Estrelas ou com vários dos meus personagens favoritos em Harry Potter), mas a gente consegue ver que a morte desses personagens é algo importante na história. E, na minha opinião, a morte de certos personagens em Convergente foi completamente desnecessário, como se a Veronica estivesse tentando, não sei, talvez tentar passar alguma mensagem ou algo do tipo pelo livro, mas acabou, na minha opinião, não dando certo. De acordo com a própria Veronica, a morte de certos personagens nesse livro é para mostrar altruísmo e coragem e coisas desse tipo, mas para mim isso meio que não colou. Ela já vinha matando vários personagens desde Divergente, isso realmente não me agradou e Convergente foi meio que muito para mim.

Mas se ignorarmos isso, o livro até que é bom. Porém, eu não posso dizer que isso é algo realmente ignorável. Em questão de últimos livros de trilogias, eu acho que Convergente deixou um pouco a desejar (eu não fiquei assim nem com o final de A Esperança, que tem uma taxa de mortalidade de personagens maior).

Nota: 3,5 / 5,0

O Clã dos Magos

Autora: Trudi Canavan

Série: A Trilogia do Mago Negro (#1)

Gênero: Fantasia

Páginas: 446

Sinopse: Todos os anos, os magos de Imardin reúnem-se para purificar as ruas da cidade dos pedintes, criminosos e vagabundos. Mestres das disciplinas de magia, sabem que ninguém pode opor-se a eles. No entanto, seu escudo protetor não é tão impenetrável quanto acreditam.

Enquanto a multidão é expurgada da cidade, uma jovem garota de rua, furiosa com o tratamento dispensado pelas autoridades a sua família e amigos, atira uma pedra ao escudo protetor, colocando nisso toda a raiva que sente. Para o espanto de todos que testemunham a ação, a pedra atravessa sem dificuldades a barreira e deixa um dos mágicos inconsciente.

Trata-se de um ato inconcebível, e o maior medo da Clã de repente se concretiza: uma maga não treinada está à solta pelas ruas. Ela deve ser encontrada, e rápido, antes que seus poderes fiquem fora de controle e destruam a todos.

Comentário desnecessário: Eu descobri esse livro meio que por acaso. Ele estava em promoção em uma livraria e eu estava com vontade de ler algum livro de fantasia, então comprei esse. Pela sinopse, o livro já pareceu bem interessante.

Basicamente a história se passa nessa cidade chamada Imardin. Nela existe o Clã dos Magos, que protegem a cidade, curam as pessoas e coisas do tipo. Porém, existe meio que uma elitização no meio dos Magos. A cidade é dividida entre as Casas, que ficam dentro dos muros e é onde as pessoas mais ricas moram, e as favelas, do lado de fora dos muros e onde as pessoas mais pobres moram. Todas os Magos que ficam no Clã eram das Casas, nunca teve um que veio das favelas.

Todos os anos, os Magos fazem a Purificação. Eles expulsam da cidade, como disse na sinopse, os pedintes, criminosos e vagabundos. Todas as pessoas que moram nas favelas odeiam os Magos e a Purificação, porque as pessoas que eles expulsam não são somente criminosos e vagabundos, mas basicamente qualquer pessoa que more na favela. E durante uma Purificação, Sonea joga uma pedra nos Magos e ela atravessa a barreira mágica. Somente magia podia atravessar aquela barreira. Logicamente, Sonea é uma maga. Mas uma maga que não faz parte do Clã, como aprendiz, e uma “favelada”. Pronto, instalou-se a confusão. Sonea não quer ir com os Magos, porque acha que eles vão fazer mal a ela, já que eles não tratam bem ninguém das favelas; e os Magos tem que achar Sonea, pois um Mago “selvagem” (ou seja, que não recebeu treinamento e não aprendeu a controlar a magia) é perigoso. Eu achei muito legal o modo como a autora colocou esse contexto de segregação na história, pois existe um certo preconceito por parte dos Magos com as pessoas das favelas e como Sonea vai quebrando isso aos poucos.

Uma coisa que eu não gostei tanto é que o livro meio que enrolou demais. Mas o mais incrível de tudo é que eu li rápido e a parte que é “enrolada” acabou não sendo maçante. E quando a história começou a ficar muito boa, o livro acabou. A história é muito bem escrita, as descrições me fizeram sentir como se eu estivesse no meio dos cenários. Eu gostei muito dos personagens também. Realmente é um livro que eu recomendo.

Nota: 5,0 / 5,0

Gregor e a Profecia de Sangue

Autora: Suzanne Collins

Série: As Crônicas do Subterrâneo (#3)

Gênero: Fantasia, Literatura Infantojuvenil

Páginas: 334

Sinopse: Gregor e Boots estão de volta à segurança de sua casa, e dessa vez a mãe do menino não está disposta a perdê-los de vista! Visitas à lavanderia do prédio são completamente proibidas e ela nem mesmo gosta de ouvir falar em morcegos ou ratos gigantes… Mas infelizmente a presença de Gregor no Subterrâneo é necessária mais uma vez: uma terrível doença está se espalhando e seus amigos estão em perigo. Agora, Gregor, Boots, e um inesperado acompanhante precisam enfrentar uma nova viagem, que poderá colocar em risco muito mais do que a vida dos habitantes do Subterrâneo. 

Comentário desnecessário: E Suzanne Collins não decepcionou, de novo. Eu achei esse terceiro livro da série simplesmente genial.

Por causa de uma profecia, Gregor tem que voltar para o Subterrâneo e achar a cura de uma terrível praga que está matando muitos habitantes de lá (habitantes de sangue quente, os humanos e ratos); mesmo que a mãe dele tenha proibido o garoto e a irmã de voltarem para lá.

O que eu gostei desse livro é que Gregor e os outros que vão atrás da cura vão para um lugar no Subterrâneo que até agora era completamente inédito para os leitores. O lugar é como uma selva. Eu realmente amei todos esses novos cenários e todos os desafios que eles enfrentaram por lá.

Achei interessante também como Collins pareceu entrelaçar os fatos. Por exemplo, ninguém realmente entendia a profecia (nem eu entendi muito bem quando li); mas quando os personagens vão entendo, os leitores também vão, e quando tudo fica claro você pensa: “meu Deus, que brilhante”.

Acho que provavelmente esse foi o livro que eu mais gostei dessa série até agora.

Nota:  5,0 / 5,0

Julho/2014

Esse foi o mês em que eu matei a saudade de Harry Potter. Já tinha lido A Pedra Filosofal mês passado e esse mês eu li: Harry Potter e a Câmara SecretaHarry Potter e o Prisioneiro de AzkabanHarry Potter e o Cálice de Fogo e, no momento, estou na metade de Harry Potter e a Ordem da Fênix, todos da J. K. Rowling. Agora os inéditos que eu li em julho: Quem é você, Alasca?, do John Green e comecei a ler O Clã dos Magos, de Trudi Canavan.

O que eu achei dos livros desse mês? Bom, foi ótimo matar a saudade de Harry Potter e de todos os personagens que eu amo nesses livros (sim, estou falando do Lupin e da Tonks, que sempre vão ser meus favoritos). Sobre o livro do John Green, eu já fiz uma resenha, que você pode ler aqui. E a grande surpresa do mês foi O Clã dos Magos. Eu comprei esse livro meio por acaso, porque eu estava com vontade de ler algum livro de fantasia, desses que se passa em terras distantes com magos e etc. Até agora o livro não decepcionou.

E vocês? O que leram esse mês? Mande suas resenhas.

Lua Nova

Autora: Stephenie Meyer

Série: Crepúsculo (#2)

Gênero: Fantasia, Romance, Drama

Páginas: 432

Sinopse: Para Bella Swan, há um coisa mais importante do que a própria vida: Edward Cullen. Mas estar apaixonada por um vampiro é ainda mais perigoso do que ela poderia ter imaginado. Edward já resgatara Bella das garras de um monstro cruel, mas agora, quando o relacionamento ousado do casal ameaça tudo o que lhes é próximo e querido, eles percebem que seus problemas podem estar apenas começando… 

Comentário desnecessário: Então aqui estou eu novamente trazendo pra vocês a minha opinião da Saga Crepúsculo mesmo depois do seu período de “modinha” já ter acabado. Como eu disse na resenha de Crepúsculo, eu tenho uma opinião um tanto diferente sobre essa série. Mas esse aqui é o livro que eu menos gostei.

Depois que acontece um pequeno acidente no aniversário da Bella e o Jasper quase ataca ela, Edward decide que o melhor para a garota é partir. É nesse momento que a vida de Bella (e o livro) vira uma grande meleca. Esse foi o aspecto que eu mais odiei nesse livro. Depois que o Edward vai embora, Bella perde a vida. Ela entra numa depressão enorme, esquece que tem amigos, esquece que tem vida. Por causa desse livro que surgiu o argumento das pessoas que não gostam da série de que o relacionamento entre Bella e Edward é um pouco doentio (até mesmo Shailene Woodley disse que acha a história de amor dos dois tóxica) e, sinceramente, eu tenho que concordar. Esse livro ficou um pouco exagerado demais nesse aspecto.

Além disso, se a Stephenie Meyer já não dava atenção aos personagens secundários no primeiro livro, nesse eles praticamente não existem.

Outra coisa me faz não gostar desse livro: por causa de Lua Nova que começa o triângulo amoroso Jacob-Bella-Edward. Eu não sou uma grande fã de triângulos amorosos. Um triângulo, para mim, depende dos personagens para ir de “enrolação e chatice” para “muito legal mesmo”. Um exemplo é As Peças Infernais, com Will-Tessa-Jem, em que três personagens eram muito bem desenvolvidos e eles tinham seus próprios problemas e vidas (e, consequentemente, o triângulo não era exatamente o foco). Mas esse não é o único fator de um bom triângulo amoroso. Quando o(a) autor(a) enrola demais com a história, isso estraga tudo (sim, eu estou falando de A Elite). E infelizmente, no meu ponto de vista, o triângulo amoroso em Lua Nova (e no próximo livro também), não tem personagens muito bem desenvolvidos e é pura enrolação.

O livro começou a ficar bom mais para o fim, quando Bella vai para a Itália. Mas não bom o suficiente para salvar o livro. E, infelizmente, a partir daqui a série não continua com o mesmo nível do primeiro livro.

Nota: 3,5 / 5,0

Finale

Autora: Becca Fitzpatrick

Série: Hush Hush (#4)

Gênero: Fantasia, Ficção juvenil, Romance

Páginas: 301

Sinopse: Nora e Patch pensavam que seus problemas tinham ficado para trás. Hank estava morto, e seu desejo de vingança não precisava ser levado adiante. Na ausência do Mão Negra, porém, Nora foi forçada a se tornar líder do exército nefilim, e era seu dever terminar o que o pai começara — o que, essencialmente, significava destruir a raça dos anjos caídos. Destruir Patch. Nora nunca deixaria isso acontecer, então ela e Patch bolam um plano: os dois farão com que todo mundo acredite que não estão mais juntos, manipulando, dessa forma, seus respectivos grupos. Nora pretende convencer os nefilins de que a luta contra os anjos caídos é um erro, e Patch tentará descobrir tudo o que puder sobre o lado oposto. O objetivo deles é encerrar a guerra antes mesmo que ela venha a eclodir. Mas até mesmo os melhores planos podem dar errado. Quando as linhas do combate são finalmente traçadas, Nora e Patch precisam encarar suas diferenças ancestrais e decidir entre ignorá-las ou deixá-las destruir o amor pelo qual sempre lutaram.

Comentário desnecessário: Com certeza é o melhor livro da série. Mesmo me decepcionando um pouco com os dois últimos livros (Crescendo e Silêncio), eu não desisti da série e valeu a pena porque eu amei esse último livro.

O livro que vem antes desse (Silêncio) acabou com a Nora recebendo muito peso em seus ombros: a ameaça dos arcanjos e o juramento que fez para Hank. E é basicamente nesse clima que o livro começa. Além disso, Nora ainda está se acostumando com a ideia de ser nefilim e tudo o que isso inclui (a maior força e rapidez, etc).

Diferente dos últimos livros, nesse aqui Becca Fitzpatrick não ficou criando drama desnecessário nem enrolando a história com coisas que a gente já sabia. Ela foi apresentando os fatos aos poucos, de modo que a narrativa ficou com um ritmo bom (daqueles que você não quer largar o livro nunca, na verdade).

Como eu tinha dito antes, esse foi o melhor livro da série na minha opinião. Mesmo não gostando tanto assim dos outros livros, vale a pena ler essa série. Ela é divertida, romântica, com uma dose de ação (principalmente nesse último livro).

Nota: 4,5 / 5,0

Quem é você, Alasca?

Autor: John Green

Gênero: Romance, Young Adult

Páginas: 229

Sinopse: Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o “Grande Talvez”. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao “Grande Talvez”.

Comentário desnecessário: Eu sou uma grande fã de John Green desde que li A Culpa é das Estrelas. Gosto muito da forma como ele escreve e dos personagens que ele cria. Esse é o primeiro livro que ele escreveu e algumas amigas minhas já tinham lido antes de mim e me dito que o livro era incrível. Quando eu comecei a ler, eu estava com uma expectativa muito alta. Sim, eu me decepcionei um pouco.

Como os outros livros do John Green, o ponto alto são os personagens, com personalidades fortes e bem definidas, e os diálogos, engraçados e inteligentes. Porém, foi mais a história que me decepcionou um pouco. Basicamente, Miles está a procura desse “Grande Talvez” e vai para um colégio interno, onde fica amigo de Coronel e Alasca. A partir daí, ele começa a agir, junto com seus amigos, do típico jeito de “adolescente inconsequente”. E foi mais ou menos isso que eu não gostei na história. Todo esse negócio de rebelde sem causa que só porque é jovem inconsequente tem que sair por aí ficando bêbado e fazendo besteira. Para mim, toda essa situação pareceu irreal e um tanto forçada. Conforme a leitura avançava, eu percebi que, sim, Alasca tinha seus motivos para ser do jeito que era, mas ainda assim… Essa história não me prendeu tanto quanto as dos outros livros do John Green que eu já li.

Como eu disse, o ponto alto são os personagens e os diálogos. Todos aqueles monólogos presentes na cabeça do personagem que narra a história também está lá.

Esse livro não me fez parar de gostar de John Green, nem nada. Mas, como esse foi o primeiro livro dele, eu pude ver o quanto a escrita dele amadureceu com o tempo até chegar em A Culpa é das Estrelas (sem dúvida, meu livro favorito dele).

Nota: 3,5 / 5,0

Anonymous DISSE:
seu tumblr é muito bonito (em todos os sentidos) :3

Aw, muito obrigada. Fico muito feliz que gostou :)

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