O Diário de Anne Frank

Autora: Anne Frank

Sinopse: “12 de junho de 1942 - 1° de agosto de 1944. Ao longo deste período, a jovem Anne Frank escreveu em seu diário toda a tensão que a família Frank sofreu durante a Segunda Guerra Mundial. Ao fim de muitos dias de silêncio e medo aterrorizante, eles foram descobertos pelos nazistas e deportados para campos de concentração. Anne inicialmente seguiu para Auschwitz e mais tarde para Bergen-Belsen.”

Comentário: Várias teorias. É falso, não é, blá blá blá. Bom, a minha verdade ninguém vai tirar, e eu sei que ainda vou ouvir muitos ignorantes dizendo que o Holocausto não existiu. O exagero e o dinheiro envolvido nisso tudo não diminui a atrocidade que aquilo foi. 

Então, o livro. Pensei que iria chorar com toda o drama que dizem que o livro é, o que não aconteceu. Um inventário que mostra a vida de pessoas tentando sobreviver em meio à guerra em condições muito ruins. Esse é só um fato que foi publicado por sorte, graças a Miep e tals, pois isso aconteceu com milhares de famílias, não era algo extraordinário nessa época. A única coisa que pode surpreender é ter sido escrito por uma menina de 13, 14 anos, de um jeito peculiar e até suspeito na opinião de alguns. Isso porque a maioria das pessoas não estão acostumadas com crianças e adolescentes que tenham pensamentos tão abertos e com um vocabulário tão extenso. Mas como o livro retrata, estudar era a única coisa que se restava fazer no anexo. Então não é inconcebível que Anne tenha escrito um diário tão detalhado, digamos assim.
O que garantiu as três estrelas foram os pensamentos de Anne, passagens realmente muito bonitas que mostram como a guerra mudou a cabeça das pessoas, como fez Anne amadurecer e aprender com seus erros, além de esclarecer muitas de suas dúvidas, naturais naquela idade. Eu recomendo a leitura.

"E até que toda a humanidade, sem exceção, passe por uma metamorfose, as guerras continuarão a ser declaradas, e tudo que foi cuidadosamente construído, cultivado e criado será cortado e destruído, só para começar outra vez."- Anne Frank

Nota: 3,0 / 5,0

Resenha feita por Gabriela de Souza.

Setembro/2014

Setembro foi um mês meio parado para as minhas leituras. Eu terminei de ler Ordem de Extermínio, do James Dashner; e comecei a ler A Metamorfose, do  Franz Kafka A Estrela que nunca vai se apagar.

O que eu achei dos livros desse mês? Bom, tirando Ordem de Extermínio, que eu tinha começado a ler no mês anterior, eu não terminei nenhum livro esse mês. Sobre A Metamorfose, eu não posso falar muito porque ainda estou bem no comecinho. Mas eu estou gostando bastante de A Estrela que Nunca Vai se Apagar, que é a história de Esther Earl, a garota que inspirou John Green a escrever A Culpa é Das Estrelas.

E vocês? O que leram em Setembro?

Ordem de Extermínio

Autor: James Dashner

Série: The Maze Runner (prequel)

Gênero: Distopia, Aventura, Ficção científica

Páginas: 381

Sinopse: Antes de o CRUEL existir, antes que houvesse o Labirinto e muito antes que Thomas ingressasse na Clareira, as chamas solares assolaram a Terra e destruíram o mundo que a humanidade considerava salvo… Mark e Trina estavam lá quando tudo aconteceu, e sobreviveram. Mas sobreviver às chamas foi fácil se comparado ao que viria depois. Agora, um vírus que toma conta da mente com violência e dor se espalha por todo lugar e existe algo muito suspeito sobre sua origem. Pior ainda: ele está em mutação e as evidências sugerem que a humanidade se ajoelhará diante do caos, prevendo uma morte inevitável e assustadora. Mark e Trina estão convencidos de que existe uma maneira de salvar os poucos que restaram. E estão certos de que podem encontrá-los. Porque neste novo e devastado mundo, cada vida tem um preço. A sua também. E para alguns, você vale muito mais morto do que vivo. Ordem de Extermínio é a origem da trilogia Maze Runner. Aqui encontraremos a história da destruição do mundo e da civilização, e de como o Fulgor fez com que alguns planejassem soluções drásticas e cruéis para a sobrevivência dos seres humanos… e do planeta à beira do caos e da extinção. 

Comentário desnecessário: Quem já leu a trilogia The Maze Runner sabe que o mundo estava um pouco bagunçado. No livro foi falado algo do vírus Fulgor e das tais chamas solares que destruíram grande parte do planeta, mas nada foi muito aprofundado. Esse livro aqui é o prequel da trilogia (prequel é uma história que se passa antes) e conta melhor o que foram essas chamas solares que destruíram tudo e como o vírus Fulgor saiu de controle e se espalhou, infectando grande parte da população. E essa é a única semelhança com a trilogia The Maze Runner, porque os personagens são outros.

Esse livro conta a história de Mark que junto com outras pessoas, algumas delas que se tornaram seus amigos depois do acidente com as chamas solares, tentando sobreviver. Ele conta como o vírus, que na trilogia The Maze Runner transforma as pessoas em Cranks, foi espalhado pelo planeta.

Eu gosto bastante da trilogia The Maze Runner e achei interessante saber como todos os desastres que são falados no livro aconteceram. O livro não chega a citar o labirinto e como ele foi criado (na verdade, parece que o James Dashner ainda vai escrever um livro sobre isso).

Algumas partes do livro tem descrições demais e eu acabei me perdendo um pouco, mas esse foi o único aspecto que eu não gostei tanto. Eu gostei bastante desses personagens novos e é bem interessante ver como eles continuam tentando sobreviver mesmo depois de ter suas vidas viradas completamente de cabeça para baixo. 

Eu recomendo esse livro e, mesmo sendo uma história que se passa antes da trilogia The Maze Runner, eu recomendo que leia esse livro depois de ler a trilogia. Porque a parte mais legal é, enquanto estiver lendo, ir relacionando os acontecimentos com a trilogia.

Nota: 4,5 / 5,0

Livro vs. Filme: Correr ou Morrer

Eu já sou uma grande fã de The Maze Runner desde que li o primeiro livro da série e, quando descobri que iria virar filme, fiquei muito ansiosa para assistir.

Quando comparamos filmes com livros, a primeira coisa que geralmente falamos é “tinha muito mais no livro”. Isso provavelmente não tem como escapar e Correr ou Morrer não é uma exceção. Alguns acontecimentos estão em uma ordem diferente do que no livro, mas não é nada que prejudicou a história. Uma coisa que eu não gostei muito foi a falta de participação da Teresa no filme. Ela tem um papel importante na história, mas não apareceu muito na adaptação.

No livro, o começo é meio desorientado. Nós vamos entendendo o que está acontecendo junto com o Thomas, por isso algumas pessoas dizem que o começo do livro é meio confuso (e, em uma entrevista, o James Dashner - autor do livro - disse que essa era exatamente a intenção, que os leitores descobrissem sobre tudo junto com Thomas) e isso é algo que foi mantido no filme. 

Toda a parte visual do filme ficou incrível. Uma coisa que era um pouco chata sobre o livro era justamente isso, os cenários da Clareira e labirinto foram bem descritos no livro, mas vê-los é algo diferente. Ver a clareira, o labirinto e os verdugos foi incrível. Os cenários realmente merecem nova dez. E eu acabei de descobrir que esse foi o primeiro filme dirigido por Wes Ball, e, sinceramente, ele fez um ótimo trabalho.

Os atores ficaram muito bons também. Alguns não eram bem como eu tinha imaginado os personagens da primeira vez que li o livro, mas ainda assim eu gostei bastante da escolha do elenco. Eles todos conseguiram realmente pegar o espírito de seus personagens.

Mesmo tendo ficado um pouco mais resumido que o livro, o filme ficou realmente bom. O final já deixou aberto para uma continuação (e parece que vão filmar uma continuação, sim) e eu mal posso esperar.

A Casa de Hades

Autor: Rick Riordan

Série: Os Heróis do Olimpo (#4)

Gênero: Ficção juvenil, Mitologia grega

Páginas: 496

Sinopse: A tripulação do Argo II enfrenta dias difíceis. Inimigos espreitam no caminho para a Casa de Hades e o moral da equipe está baixo após a perda de dois integrantes importantes em Roma. Para chegar às Portas da Morte e tentar impedir o despertar de Gaia, nossos heróis Hazel, Jason, Piper, Frank e Leo vão precisar fazer alianças perigosas, encarar deuses instáveis e combater os asseclas enviados pela sanguinária Mãe Terra para detê-los.

A situação é ainda pior para Percy e Annabeth. Após caírem no Tártaro, os dois passam fome, sede e sofre com diversos ferimentos enquanto são caçados por vários inimigos que derrotaram ao longo dos anos e que agora surgem das sombras em busca de vingança. A única esperança da dupla de voltar para o plano mortal reside em encontrar as Portas da Morte e fechá-las de uma vez por todas. No entanto, uma legião de monstros fiéis a Gaia defende as Portas, e nem Percy nem Annabeth estão em condições de enfrentá-la.

Comentário desnecessário: Eu tinha dito que A Marca de Atena era o melhor livro da série? Bom, eu disse isso precipitadamente. Esse é o melhor livro dá série.

(CUIDADO COM SPOILERS)

Após aquele final de parar o coração, e o Rick Riordan sabe muito bem disso, como deixou claro na dedicatória do livro (se você ainda não viu, olhe aqui), eu estava muito ansiosa para A Casa de Hades. E esse livro com certeza não me decepcionou.

O livro, assim como os outros, é repleto de suspense e aventura, mas está tudo focado em dois pontos: nos semideuses à bordo do Argo II, enfrentando um monte de monstros e a fúria de Gaia enquanto tentam chegar A Casa de Hades. Além disso, cada um deles meio que se sente culpado pelo o que aconteceu com Annabeth e Percy e ainda tem que ser fortes para enfrentar tudo o que estiver no caminho. O outro foco, obviamente, está em Percy e Annabeth, tentando chegar vivos às Portas da Morte, no Tártaro. E nenhum dos dois focos do livro decepcionam. Ambas as “histórias” vão te prender. A leitura tem um ritmo rápido; as coisas acontecem rápido, mas sem se atropelarem. O final, como Riordan parece gostar muito de fazer, já deixou aberto para o próximo livro e eu, sinceramente, estou muito ansiosa para ler a continuação. Rick Riordan manteve o padrão dos outros livros. Muito bom mesmo.

Nota: 5,0 / 5,0

Agosto/2014

No mês de agosto eu li Harry Potter e o Enigma do Príncipe, da J. K. Rowling (ainda matando minha saudade de Harry Potter). Terminei de ler O Clã dos Magos, de Trudi Canavan. Li Convergente, da Veronica Roth. E terminei o mês começando a ler (eu estou na metade do livro, na verdade) Ordem de Extermínio, de James Dashner.

O que eu achei dos livros desse mês? Sobre Convergente e O Clã dos Magos eu nem preciso falar muita coisa porque já fiz a resenha desses livros. Agora, sobre Ordem de Extermínio: esse livro é o prequel de The Maze Runner, ou seja, conta a história de antes de existir o labirinto, de como o vírus atingiu tanta gente. Eu já amava The Maze Runner e estou amando esse livro.

E vocês, o que leram em agosto?

Convergente

Autora: Veronica Roth

Série: Divergente (#3)

Gênero: Distopia, Ficção científica

Páginas: 526

Sinopse: A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. No poderoso desfecho da trilogia Divergente, de Veronica Roth, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.

Comentário desnecessário (tem spoilers dos outros livros da série): Depois daquele final incrível de Insurgente, em que Tris descobre que existe todo um mundo do lado de fora da cerca e que eles foram mandados para a cidade de Chicago com uma “missão”, todo o mundo de Divergente que nós já conhecíamos vai ser virado de cabeça para baixo.

Do lado de fora da cerca, Tris, Quatro e os outros que os acompanharam vão achar um mundo completamente diferente e respostas para milhares de perguntas que ficaram nas cabeças deles (e dos leitores) desde o final do último livro.

Esse livro tem uma narração dupla, um capítulo é narrado pela Tris e outro pelo Tobias. No começo isso foi um pouco confuso para mim, eu me confundia bastante. Mas nada disso prejudicou a leitura. Na verdade, eu gostei desse jeito. A escrita da Veronica continua tão boa quanto nos outros livros e a leitura flui muito bem.

Mas esse livro tem um problema que não tinha tanto nos outros que eu realmente não gostei: a morte desnecessária de personagens. Não se preocupe, eu não vou dizer quem morre (não sou tão malvada assim). Mas desde Insurgente, a Veronica já vem matando personagens; isso é algo cada vez mais comum em livros, não é mesmo? Mas eu achei que algumas das mortes que aconteceram em Convergente completamente desnecessárias. Agora eu vou me explicar: tem personagens que eu gosto muito e que eu não gostaria que tivessem morrido (como aconteceu em A Culpa É Das Estrelas ou com vários dos meus personagens favoritos em Harry Potter), mas a gente consegue ver que a morte desses personagens é algo importante na história. E, na minha opinião, a morte de certos personagens em Convergente foi completamente desnecessário, como se a Veronica estivesse tentando, não sei, talvez tentar passar alguma mensagem ou algo do tipo pelo livro, mas acabou, na minha opinião, não dando certo. De acordo com a própria Veronica, a morte de certos personagens nesse livro é para mostrar altruísmo e coragem e coisas desse tipo, mas para mim isso meio que não colou. Ela já vinha matando vários personagens desde Divergente, isso realmente não me agradou e Convergente foi meio que muito para mim.

Mas se ignorarmos isso, o livro até que é bom. Porém, eu não posso dizer que isso é algo realmente ignorável. Em questão de últimos livros de trilogias, eu acho que Convergente deixou um pouco a desejar (eu não fiquei assim nem com o final de A Esperança, que tem uma taxa de mortalidade de personagens maior).

Nota: 3,5 / 5,0

O Clã dos Magos

Autora: Trudi Canavan

Série: A Trilogia do Mago Negro (#1)

Gênero: Fantasia

Páginas: 446

Sinopse: Todos os anos, os magos de Imardin reúnem-se para purificar as ruas da cidade dos pedintes, criminosos e vagabundos. Mestres das disciplinas de magia, sabem que ninguém pode opor-se a eles. No entanto, seu escudo protetor não é tão impenetrável quanto acreditam.

Enquanto a multidão é expurgada da cidade, uma jovem garota de rua, furiosa com o tratamento dispensado pelas autoridades a sua família e amigos, atira uma pedra ao escudo protetor, colocando nisso toda a raiva que sente. Para o espanto de todos que testemunham a ação, a pedra atravessa sem dificuldades a barreira e deixa um dos mágicos inconsciente.

Trata-se de um ato inconcebível, e o maior medo da Clã de repente se concretiza: uma maga não treinada está à solta pelas ruas. Ela deve ser encontrada, e rápido, antes que seus poderes fiquem fora de controle e destruam a todos.

Comentário desnecessário: Eu descobri esse livro meio que por acaso. Ele estava em promoção em uma livraria e eu estava com vontade de ler algum livro de fantasia, então comprei esse. Pela sinopse, o livro já pareceu bem interessante.

Basicamente a história se passa nessa cidade chamada Imardin. Nela existe o Clã dos Magos, que protegem a cidade, curam as pessoas e coisas do tipo. Porém, existe meio que uma elitização no meio dos Magos. A cidade é dividida entre as Casas, que ficam dentro dos muros e é onde as pessoas mais ricas moram, e as favelas, do lado de fora dos muros e onde as pessoas mais pobres moram. Todas os Magos que ficam no Clã eram das Casas, nunca teve um que veio das favelas.

Todos os anos, os Magos fazem a Purificação. Eles expulsam da cidade, como disse na sinopse, os pedintes, criminosos e vagabundos. Todas as pessoas que moram nas favelas odeiam os Magos e a Purificação, porque as pessoas que eles expulsam não são somente criminosos e vagabundos, mas basicamente qualquer pessoa que more na favela. E durante uma Purificação, Sonea joga uma pedra nos Magos e ela atravessa a barreira mágica. Somente magia podia atravessar aquela barreira. Logicamente, Sonea é uma maga. Mas uma maga que não faz parte do Clã, como aprendiz, e uma “favelada”. Pronto, instalou-se a confusão. Sonea não quer ir com os Magos, porque acha que eles vão fazer mal a ela, já que eles não tratam bem ninguém das favelas; e os Magos tem que achar Sonea, pois um Mago “selvagem” (ou seja, que não recebeu treinamento e não aprendeu a controlar a magia) é perigoso. Eu achei muito legal o modo como a autora colocou esse contexto de segregação na história, pois existe um certo preconceito por parte dos Magos com as pessoas das favelas e como Sonea vai quebrando isso aos poucos.

Uma coisa que eu não gostei tanto é que o livro meio que enrolou demais. Mas o mais incrível de tudo é que eu li rápido e a parte que é “enrolada” acabou não sendo maçante. E quando a história começou a ficar muito boa, o livro acabou. A história é muito bem escrita, as descrições me fizeram sentir como se eu estivesse no meio dos cenários. Eu gostei muito dos personagens também. Realmente é um livro que eu recomendo.

Nota: 5,0 / 5,0

Gregor e a Profecia de Sangue

Autora: Suzanne Collins

Série: As Crônicas do Subterrâneo (#3)

Gênero: Fantasia, Literatura Infantojuvenil

Páginas: 334

Sinopse: Gregor e Boots estão de volta à segurança de sua casa, e dessa vez a mãe do menino não está disposta a perdê-los de vista! Visitas à lavanderia do prédio são completamente proibidas e ela nem mesmo gosta de ouvir falar em morcegos ou ratos gigantes… Mas infelizmente a presença de Gregor no Subterrâneo é necessária mais uma vez: uma terrível doença está se espalhando e seus amigos estão em perigo. Agora, Gregor, Boots, e um inesperado acompanhante precisam enfrentar uma nova viagem, que poderá colocar em risco muito mais do que a vida dos habitantes do Subterrâneo. 

Comentário desnecessário: E Suzanne Collins não decepcionou, de novo. Eu achei esse terceiro livro da série simplesmente genial.

Por causa de uma profecia, Gregor tem que voltar para o Subterrâneo e achar a cura de uma terrível praga que está matando muitos habitantes de lá (habitantes de sangue quente, os humanos e ratos); mesmo que a mãe dele tenha proibido o garoto e a irmã de voltarem para lá.

O que eu gostei desse livro é que Gregor e os outros que vão atrás da cura vão para um lugar no Subterrâneo que até agora era completamente inédito para os leitores. O lugar é como uma selva. Eu realmente amei todos esses novos cenários e todos os desafios que eles enfrentaram por lá.

Achei interessante também como Collins pareceu entrelaçar os fatos. Por exemplo, ninguém realmente entendia a profecia (nem eu entendi muito bem quando li); mas quando os personagens vão entendo, os leitores também vão, e quando tudo fica claro você pensa: “meu Deus, que brilhante”.

Acho que provavelmente esse foi o livro que eu mais gostei dessa série até agora.

Nota:  5,0 / 5,0

Julho/2014

Esse foi o mês em que eu matei a saudade de Harry Potter. Já tinha lido A Pedra Filosofal mês passado e esse mês eu li: Harry Potter e a Câmara SecretaHarry Potter e o Prisioneiro de AzkabanHarry Potter e o Cálice de Fogo e, no momento, estou na metade de Harry Potter e a Ordem da Fênix, todos da J. K. Rowling. Agora os inéditos que eu li em julho: Quem é você, Alasca?, do John Green e comecei a ler O Clã dos Magos, de Trudi Canavan.

O que eu achei dos livros desse mês? Bom, foi ótimo matar a saudade de Harry Potter e de todos os personagens que eu amo nesses livros (sim, estou falando do Lupin e da Tonks, que sempre vão ser meus favoritos). Sobre o livro do John Green, eu já fiz uma resenha, que você pode ler aqui. E a grande surpresa do mês foi O Clã dos Magos. Eu comprei esse livro meio por acaso, porque eu estava com vontade de ler algum livro de fantasia, desses que se passa em terras distantes com magos e etc. Até agora o livro não decepcionou.

E vocês? O que leram esse mês? Mande suas resenhas.

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